Garota que sumiu após sair de casa para pegar exame é achada e família diz que ela foi agredida por grupo

Lohana Ferreira Gomes saiu de casa por volta das 13h de segunda-feira (19) e foi achada pela família nesta terça (20), próximo ao Seminário, em Cruzeiro do Sul.

Lohana Ferreira Gomes, de 14 anos, tinha saído de casa na segunda-feira (19) de manhã e não deu notícias até esta terça-feira (20) (Foto: Arquivo da família)
A adolescente Lohana Ferreira Gomes, de 14 anos, foi achada pela família nesta terça-feira (20), próximo ao Seminário em Cruzeiro do Sul. A mãe da menina, que preferiu não ter o nome revelado, informou inicialmente que ela foi levada por algumas pessoas para um lugar, não identificado, apanhou e depois foi liberada. A família não denunciou o caso à polícia.

Ela tinha saído de casa por volta das 6h de segunda-feira (19) para buscar o resultado de um exame no Centro de Diagnóstico no bairro Aeroporto Velho e não deu mais notícias.

“Ela estava com pessoas que só com a ajuda de Deus resolveram liberar ela. Deram um corretivo e liberaram. Pegaram ela, levaram para um canto, só deram uns tapinhas nela, graças a Deus. Ela disse que não conhece as pessoas”, contou a mãe.

Em um segundo contato feito pela reportagem, a mulher mudou a versão contada e disse que a filha, na verdade, estava na casa de uma prima. Segundo a mãe, o pai da menina foi informado de que ela estaria na casa da sobrinha dele e foi buscá-la.

“O pai dela já estava indo pelo Ciosp, mas quando o tio dela chegou e disse que a gente acabasse por aí mesmo que ela estava na casa da prima”, revelou a mulher.

Um dos delegados de Cruzeiro do Sul, Alexnaldo Batista, afirmou que a família não procurou a delegacia para informar o desaparecimento da menina. “A gente acabou não tendo nenhuma informação sobre esse caso”, disse.

A irmã da adolescente, que também não quis ser identificada, disse que a menina teria sido sequestrada e que, como estava muito abalada, não soube dizer direito o que ocorreu. Segundo a irmã, Lohana foi levada para um local de mata, apanhou e foi solta em seguida.

“Diz ela que foi para um lugar onde só tinha mata, apanhou um pouco e depois soltaram ela. Que estava escuro, e ela não sabia para onde ir. Até agora ela não falou para a gente se identificou alguém. O pai dela que encontrou ela. Desde ontem que ele andava de bicicleta perguntando para as pessoas. Ela não soube dizer porque fizeram isso com ela”, contou a irmã.
Por G1 Acre

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