domingo, 7 de maio de 2017

Concurseiros viajam mais de mil quilômetros para tentar vaga na Polícia Civil no Acre

Por Portal do Juruá
Entre os mais de 13,2 mil inscritos que devem fazer o concurso da Polícia Civil do Acre neste domingo (7) há muitos concurseiros de outros estados. O certame está sendo organizado pelo Instituto Brasileiro de Apoio e Desenvolvimento (Ibade).
Concurseiros viajam mais de mil quilômetros para tentar vaga na Polícia Civil no Acre
Caravanas de outros estados compareceram às provas para vaga na Polícia Civil do Acre (Foto: Caio Fulgêncio/G1)
Nesta primeira fase, serão realizadas as provas objetiva, discursiva e de títulos, segundo o edital, nas cidades de Brasiléia, Cruzeiro do Sul, Rio Branco, Sena Madureira e Tarauacá.

Assim que abriram os portões em Rio Branco, foi possível perceber que a disputa por uma vaga está acirrada. Uma das faculdades onde a prova está sendo aplicada é a Faculdade Meta, na capital. Há candidatos que fretaram ônibus e enfrentaram até mil quilômetros de distância para fazer a prova.

Da capital amazonense, Luciano Silva, de 32 anos, enfrentou a distância de carro com uma caravana de 15 pessoas. “Estamos nos preparando há dois anos. Uma turma boa de um projeto muito bom lá em Manaus do ‘Sou caveira e vou passar’. A gente está bastante preparado e espero que dê tudo certo. Concurseiro é assim, tem que viajar direto”, diz.

Quem também marcou presença foram os concurseiros de Rondônia. Débora Fagundes tem 34 anos e essa é a segunda vez que vai tentar o concurso da polícia. Na primeira, o teste físico a eliminou. “Já venho estudando há alguns anos, mas, focada para o concurso estou há seis meses”, diz.

Há oito meses, o rondoniense Fernando Ramos, de 31 anos, voltou a focar nos estudos já pensando no concurso da Polícia Civil. “Nós saímos de lá na sexta e chegamos ontem [sábado,7]. É cansativo, mas vale a pena”, revela.

Cidia Maura, de 32 anos, também reuniu os amigos concurseiros para tentar uma vaga no estado acreano. Ela não sabe ao certo quantas pessoas estavam na viagem, mas o grupo teve que fretar um ônibus. “A gente estuda há um tempo, vem acompanhado os conteúdos principais e depois que saiu o edital, aí realmente a gente intensificou e focou no conteúdo da prova”, diz.

Já Marileisa Oliveira, de 30 anos, é de Rio Branco e diz que há muito tempo está se preparando para o concurso. Ela acredita que, por ser de nível superior, a concorrência acaba baixando. “Não fiz pré-concurso. Estudei muito em casa com videoaulas. É um cargo bastante seguro, bem mais que a Polícia Militar”, finaliza.Via G1 Acre

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