sexta-feira, 14 de março de 2014

Estudante é preso por invadir PC de professor para ter só notas máximas

Por Portal do Juruá

Roy Sun perdeu o diploma e a vaga no mestrado após esquema com colega ser descoberto por universidade

Estudante é preso por invadir PC de professor para ter só notas máximas 
 Em "Curtindo a Vida Adoiado", o esquema era fácil e Ferris saiu ileso. (Fonte da imagem: Reprodução/Paramount)
Você se lembra do filme "Curtindo a Vida Adoidado", o clássico dos anos 90 com Matthew Broderick? Logo no começo do longa, o malandro Ferris Bueller acessa o sistema da
escola para apagar todas as faltas do histórico, irritando o diretor do local. Na vida real, um estudante tentou fazer algo parecido – mas o final dessa história não foi nada feliz para ele.
O acusado é Roy Sun, de 25 anos, agora ex-estudante da Purdue University. Após ganhar até US$ 70 mil anuais como engenheiro, ele foi pego anos após adulterar as próprias notas para virar um estudante "A" (maior conceito possível no sistema educacional dos Estados Unidos) em todas as disciplinas. A pena sentenciada é de 90 dias em regime fechado, mais quatro anos em condicional e a perda do diploma de graduação, além da expulsão da Boston University, onde cursava um mestrado.
De acordo com o JC Online, tudo começou em 2008, quando Sun e um colega instalaram um dispositivo de keylogger no computador de um professor, ganhando acesso ao sistema da escola, às senhas e outras informações valiosas. O primeiro passo foi alterar uma única nota, processo bem-sucedido e que passou despercebido. No ano seguinte, sentindo-se "arrogante e intocável", ele começa a adulterar o histórico dele e do "sócio", além de envolver um terceiro estudante que nada sabia do caso e foi usado apenas como cobaia.
Estudante é preso por invadir PC de professor para ter só notas máximas 
(Fonte da imagem: Reprodução/JC Online)

Sun alterava as notas 10 minutos antes do prazo final dos professores para envio dos registros, garantindo que o corpo docente não desconfiasse das mudanças. No fim do curso, ele frequentava apenas uma aula presencial, uma vez por semana, da qual saiu com um "A" e com o prêmio de melhor aluno – honestamente, segundo o acusado.
Fonte: JC Online

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